Feed on
Artigos
Comentários

Este é o título do meu novo ensaio publicado no site do Programa Alto-Falante.

Confiram o ensaio aqui.

De uma banda inócua de Britpop a inovadores da música pop. Ninguém que ouvisse o pálido Pablo Honey em 1993, ano em que o Grunge ainda ditava as cartas, poderia imaginar que aqueles ingleses esquálidos e estranhos pudessem ser os líderes dos novos caminhos da música como poucos em nosso tempo. Apesar de terem Thom York como líder e principal compositor, Johnny e Colin Greenwood, Phil Selway e Ed O´Brien são figuras chave na concisão e avanços que a banda vem apresentando em quase vinte anos de existência. É interessante observar neste interím as mudanças, ora amenas, ora radicais que o quinteto nos brindou:

 

Pablo Honey - 1993

Um debut mediano, que ao envelhecer só realça as disparidades em relação ao corpo da obra do Radiohead. Felizmente, deixa patente as qualidades que veríamos depois, como as linhas de três guitarras que aumentam a angústia de “Blow-Out”, a alternância dos sussurros ao ataque feroz de “Creep”, ou ainda, a beleza disforme de “Stop Whispering”. Serve mais para os fãs entenderem (ou não) a evolução da banda.
Avaliação: 3 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?z4esmuzedwz

 

The Bends - 1995

O mundo (ou, num primeiro momento, a Inglaterra) foram tomados de assombro quando se depararam com The Bends. Ninguém conseguia associar este disco àquela banda que fez o simples Pablo Honey. The Bends não é apenas um clássico do rock como também um dos melhores discos dos anos 90. Seja pela interação da banda, seja pela inspiração de Thom Yorke, aqui o Radiohead mostra uma de suas faces. É um Radiohead que ainda bebe de suas influências, demarcadamente o noise-rock dos Pixies, o rock antêmico de arena do U2 e o folk e indie-rock do R.E.M, mas com tamanha personalidade e habilidade que estas influências só se tornam aparentes depois de diversas audições. Os hits (ou potenciais hits) são até difíceis de demarcar, como o início grandioso de “Planet Telex”, passando pela beleza incômoda de “High and Dry”, a ironia pixieana de “My Iron Lung”, o ataque nervoso anti-suicídio de “Just” ou o final épico e triste de “Street Spirit”.
Avaliação: 5 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?gwzzmqdngbz

 

Ok Computer - 1997

Os críticos respeitavam, a quantidade de fãs aumentavam. O que fazer? Qualquer banda em sã consciência faria um The Bends, parte 2 e agradaria a todos, ou pelo menos os fãs. Mas o Radiohead não estava em sã consciência. Muito pelo contrário, a vida moderna, informatização crescente, internet, globalização estavam os oprimindo e deprimindo. O desespero reinava. E assim, nasce Ok Computer. Assim como não se notava (ou não eram óbvios) rastros do Pablo Honey em The Bends, o mesmo ocorre em Ok Computer. Desde o ar etéreo das guitarras de “Let Down”, aos teclados densos de “Exit Music”, ou às mudanças de tempo abruptas de “Paranoid Android”, o que se observa é uma outra banda que nos brinda com um testamento de “rock moderno” ou um rock para os novos tempos. Seja o que for, o Radiohead consolidou sua marca como uma banda inovadora e distinguiu sua voz diante das demais.
Avaliação: 5 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?1ejhhdqkjnm

 

Kid A - 2000

Ninguém esperava uma guinada brusca como foi o Radiohead nos anos 2000. Aliás, ninguém estava preparado para algo como Kid A no universo pop. Um disco de rock que emulava eletrônico? Ou um disco de eletrônico que atacava como rock? Isto é uma voz ou um sintetizador? Estas dúvidas pairavam (e ainda pairam) a cada audição do disco. Uma coisa disforme, sem pé nem cabeça, sem começo, meio e fim, sem músicas (seriam aquilo músicas?) discerníveis, exceto por breves pausas como em “How to Disappear Completely”. O Radiohead levava seu som a outros patamares, meio que para se desafiar, meio que para desafiar a todos, críticos, fãs de longa data, iniciados. É como se conseguisse ouvir em cada música ressoar “Aguentam ouvir isto? E isto?”. Ainda hoje não é um disco fácil de se assimilar, mas ao se penetrar em seu mundo, Kid A mostra seu valioso crédito à música do novo milênio.
Avaliação: 4,5 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?dybnm5amymx

 

Amnesiac - 2001

A primeira impressão que se tem ao ouvir Amnesiac é que são sobras de gravação do Kid A. Em parte esta afirmação é verdade, mas quem dera que toda banda conseguisse lançar um disco de Lados B e sobras de gravação deste naipe. O melhor é pensar Amnesiac como uma extensão de Kid A, ou ainda, uma versão menos paranóica e mais palatável do seu irmão mais velho. Talvez devido à pressa do lançamento é um disco que conta, no conjunto, de canções menos inspiradas, como “Pull/Pulk Revolving Doors” ou “Like Spinning Plates”. Além disto, estas músicas excedem tanto na redenção à música eletrônica que quase chegam ao nível da paródia. No entanto, pérolas como “Pyramid Song”, “You and Whose Army?”, “Knives Out” e “I Might Be Wrong” asseguram a qualidade deste bom disco.
Avaliação: 4 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?ixh2a3tx440

 

Hail to The Thief - 2003

Neste ponto o Radiohead já era referenciado no universo pop como inovadores, revolucionários e estes termos que os grandes especuladores de hype adoram lançar sobre os artistas. Com esta premissa, muita expectativa foi criada para qual direcionamento a banda iria tomar depois do monstro disforme e paranóico de Kid A e seu irmão menos perturbador Amnesiac. Hail to The Thief vaza na internet e o que se vê? Mais do mesmo. Não é que o disco seja uma extensão de Kid A, ou uma reciclagem de velhos clichês (ou, para não ferir os fãs-freaks, um “revisionismo da carreira”) ou uma tentativa de agradar os dois extremos de fãs que eles conseguiram angariar (aqueles que reverenciam a fase clássica, até OK Computer e aqueles que veneram a fase experimental, que parte do OK Computer em diante). Bem, na verdade, é isto tudo mesmo. Não há nada de mal nisto, desde que a banda tenha um conjunto de canções fortes o bastante para que esta requentada de idéias seja, ao menos, saborosa. E Hail to The Thief falha exatamente nisto. É um bom disco, mas que vai de extremos do sublime (o folk pertubador de “Go To Sleep”, o punk-rock-encontra-gospel de “2+2=5″, a beleza éterea e tensa de “There, There” ou a sujeira descompassada de “Myxomatosis”) ao indigesto (o exagero no eletrônico de “Backdrifts” e “The Gloaming” ou o choro insosso de “Scatterbrain”). Independente dos hypes, inovando ou não, “Hail to The Thief” acabou sendo um desapontamento.
Avaliação: 3,5 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?l2iojzoczbj

 

In Rainbows - 2007

O Radiohead estava num hiato consideravelmente grande para o lançamento de material novo que as pessoas praticamente não esperavam o lançamento de In Rainbows. Muito menos da forma como o disco foi lançado: de forma praticamente independente, a banda disponibilizou o disco na Internet num sistema de compra de “pague o quanto vc acha que o disco vale”. Além de dar uma banana para as grandes gravadoras, revolucionar a forma de comercialização do disco, o Radiohead volta a velha forma com este belíssimo disco. A banda não apresenta um conjunto de músicas tão forte desde a dupla Kid A/Amnesiac. Ou não soam tão palatáveis desde The Bends ou até mesmo Ok Computer. Na verdade, In Rainbows é o elo perdido entre Ok Computer e Kid A: avançam em experimentações mas investindo em canções que grudam em nossos ouvidos. Inclusive tematicamente saem do eixo depressivo-angustiado-sofrido para algo mais terno, apaixonado e romântico. É o disco onde Thom Yorke mostra uma faceta que não conhecíamos: a de um homem romântico, não apenas um homem oprimido pela sociedade contemporânea. Mesmo momentos de maior tensão, como a agitada “Bodysnatchers” ou o ritmo sincopado de “15 Steps” são cercados por um brilho, uma alegria que não eram comuns ao Radiohead. Em suma, In Rainbows é tudo que Hail to the Thief deveria ter sido e é a credencial de que o Radiohead ainda segue na frente das demais bandas, nos brindando com um disco surpreendentemente belo e instigante.
Avaliação: 4,5 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?ncvsjtdokml

Nova imagem!!!

Regularmente vocês verão novas imagens no cabeçalho do blog. Tanto a primeira quanto esta segunda imagem são cortesia do amigo Alexandre Biciati, da Cabaret Design.

Pois é pessoal. Tenho que fazer o jabá da minha nova banda, a IEEE machine. E já mostro para vocês, de cara, o nosso disco de estréia por uma major. “We must use them.” é um disco prog-metal-funk experimental, com influências de Wando, Agnaldo Timóteo e Eletroclash.

 

Acreditaram?

 

 

 

Esta capa na verdade é um joguinho que vi no blog Máquina Extraordinária, e caso vocês não tenham nada o que fazer, podem tentar este exercício do mais puro “ócio criativo”:

1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.

2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.

3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.

Agradecimentos à Isabela da Máquina Extraordinária.

 

Se enganam aqueles que pensam que Tom Zé é apenas um senhor de 70 anos que foi mero coadjuvante do movimento Tropicalista e que só foi “salvo” por David Byrne por puro exotismo estrangeiro. Tom Zé se formou em música quando a Universidade de Música da Bahia era referência mundial no assunto. Ao mesmo tempo, ele nunca esqueceu suas raízes, de forma alguma. Sua produção ao longo do tempo comprova isto, desde seu disco de estréia em 1968. O regional, o pop e o erudito são seu insumo, e ele regurgita essas referências nas formas mais clássicas/absurdas, tradicionais/pós-modernas, modais/atonais. Ele não se importa com isto, apenas em fazer música (ele deixa o lado chato de análises vãs sobre suas obras com pessoas como eu).

Em 1975, já longe dos holofotes do estrelato alcançado com o prêmio do Festival da Canção de 1968 por São São Paulo e desiludido pela incompreensão do público e da crítica, Tom Zé quase nos priva de desfrutar de um dos mais belos registros da música brasileira, uma verdadeira homenagem às avessas (ou não) ao Samba, uma homenagem ao modo Tom Zé.

Tudo começa com a intrigante capa (o que chamou a atenção de David Byrne no sebo): cordas e arame farpado e Samba em letras capitais. É um convite para um retorno às raízes, à roça propriamente dita, ou um aviso de que será um caminho tortuoso, espinhoso? E assim começa Estudando o Samba: são ambas as coisas, um retorno às raízes da música brasileira, até mesmo antes do Samba como gênero per si e uma viagem que terá percalços pela rota.

Há de tudo, desde a cantiga de roda (Mã), passando pelo maxixe (Vai), pelo samba-canção (Só), choro (Se), bossa nova (A Felicidade), até, se o neologismo me permite, um pós-samba (Toc). Claro que para um estudo não pode faltar um Índice e ele está ali, no final, genialmente (re/des)construindo a obra e o Samba. Permeados nos estilos clássicos que caracterizam o Samba estão as farpas e espinhos da genialidade de Tom Zé, que consegue aliar, às duras penas, pop, erudito e regional. Mas diante desta batalha, salvaram-se todos, o Samba, Tom Zé e o ouvinte.

Download: http://www.mediafire.com/?gzt5a5iy5by

Os Black Keys podem ser facilmente confundidos como uma corruptela barata dos White Stripes, dada a configuração da banda (basicamente guitarra e bateria). No entanto, uma audição atenta à discografia da dupla Dan Auerbach e Patrick Carney joga rapidamente esta teoria no chão. Ao passo que ambas bandas se baseam nas raízes do blues como ponto inicial para suas composições, os Black Keys se distinguem dos Stripes exatamente por se aterem e respeitarem essas raízes. É um blues de garagem, seco, rústico e gutural, imerso em feedbacks e distorções mas que poderiam muito bem serem executados sem estranhamento na época de Robert Johnson ou Howlin’ Wolf. Logo abaixo está um guia rápido àqueles que quiserem se aprofundar na obra desta ótima subestimada banda do novo milênio:

The Big Come Up - 2002

Um bom disco de estréia, mas que vale mais pela promessa de uma banda mais sólida e confiante no futuro. A produção, ainda muito rústica e suja, compromete um pouco a receptividade imediata da obra. Mas a performance sincera de Dan e Patrick conseguem despertar a atenção e valorizar ótimas músicas como Heavy Soul, I´ll Be Your Man e Yearnin’. Uma curiosidade é a versão blues de “She Said, She Said”, dos Beatles.
Avaliação: 3,5 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?nm5cd809jz3

Thickfreakness - 2003

A promessa se consolida neste ótimo disco. A proposta é basicamente a mesma, blues rock de garagem, na sua forma mais primal e direta. Mas a produção de Patrick Carney agora realça o que estava encoberto no excesso de feedback, distorção e sujeira do disco anterior. Mesmo se atendo ao blues, Dan Auerbach supreende de forma imprevísivel a cada faixa, como no ataque raivoso de “Set You Free” ou na balada áspera de “Have Love Will Travel”.
Avaliação: 4,5 de 5
Download:
http://www.mediafire.com/?ypmslomkdxt

Rubber Factory - 2004

Como se ater às raízes de um gênero e ainda soar novo, vivo e atemporal? Rubber Factory é a resposta. Thickfreakness sedimentou a reputação como blueseiros, mas ninguém poderia imaginar o colossal desenvolvimento da banda neste disco. Desde o soturno início de “When The Lights Go Out”, passando pela delicada, mas áspera, balada “The Lengths”, ou ao se ouvir o Indie Rock antêmico de “10 AM Automatic”, os Black Keys criam uma obra concisa, gutural e atemporal. As músicas são tocadas com tamanho fervor e dedicação que até a maravilhosa versão da música dos Kinks “Act Nice and Gentle” soa como se fosse uma composição própria deles. A habilidade e entrosamento da banda é outra característica notável, tanto pelas mudanças precisas de tempo de Carney, quanto pelos criativos riffs desferidos por Auerbach. Carney também impressiona pelo desenvolvimento como produtor: manteve o ar cru e ríspido, mas adicionando sutilezas e novos sons e camadas. Uma pequena obra-prima.
Avaliação: 5 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?alknmjjj1gz

Magic Potion - 2006

Diante do sucesso e aclamação da crítica, os Black Keys demonstram nesta obra um certo acomodamento. Não há nada de essencialmente novo, diferenciado, exceto por uma produção um pouco mais polida e adoção de guitarras com sonoridade mais limpa que nos discos anteriores. O disco não é ruim, mas nota-se um certo esgotamento e falta de paixão da banda. Ainda assim, há músicas que competem com o melhor que eles fizeram até então, como o riff nervoso de “Just Got to Be”, a bela balada de “You´re The One” ou o soul-blues de “Just a Little Heat”.
Avaliação: 4 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?yivhutxzy4j

Attack & Release - 2008

Muitas histórias rondavam a próxima obra dos Black Keys. Inicialmente, era um projeto que seria feito em conjunto e em homenagem a Ike Turner. Depois especulou-se sobre outra colaboração bizarra: o disco seria produzido pelo badalado produtor Danger Mouse. O fato é que Ike morreu neste interím e ao se ouvir o disco não se percebe nada tão claro e evidente de uma co-parceria ou uma homenagem velada. Ainda assim, Danger Mouse realmente produziu o disco e, diante da escolha ousada, os Black Keys saíram ganhando: Attack & Release é a obra mais bem acabada da dupla desde o grande “clássico recente” Rubber Factory. Percebe-se claramente a intervenção de Danger Mouse diante da produção ousada. Instrumentos inusitados foram adicionados, a produção polida e ousada prevalece e em vários momentos a guitarra não é o centro das atenções, preferindo-se um clima mais relaxado, ou até mesmo dançante, ao invés dos ataques brutais e guturais de outrora. Mas o que poderia ser um sinal de esgotamento e descaracterização da banda é, na verdade, onde afloram suas virtudes na composição e se percebe realmente a autenticidade como uma legítima banda de blues rock. Destaques para “The Same Old Thing” e suas flautas dissonantes; “Psychotic Girl”, com seu ar surreal ressaltado pelo banjo preguiçoso e cadenciado, o clima estranho e festivo de Oceans & Streams e o belíssimo encerramento com “Things Ain´t Like They Used to Be”.
Avaliação: 5 de 5
Download: http://www.mediafire.com/?ifmztblyadu

  1. You Make It Easy - Air - Moon Safari (Balada pop perfeita. Karen Carpenter deve sorrir no céu cada vez que alguém ouve esta preciosidade)
  2. Green Machine - Kyuss - Blues for the Red Sun (Se uma corrida de Dragsters no deserto precisasse de uma trilha sonora, esta seria a música)
  3. I Will Possess Your Heart - Death Cab for Cutie - Narrow Stairs (o disco não é grande coisa, mas o tom épico e envolvente desta música nos hipnotiza de tal maneira que não percebemos que a música tem mais de 8 minutos)
  4. Mercy - Duffy - Rockferry (a galesa nos desperta um guilty pleasure com esta saborosa surrupiada de Chain of Fools da Lady Soul Aretha. Musicão para cair na dança)
  5. 999,999 e 1,000,000 - Nine Inch Nails - The Slip (a melhor síntese do Nine Inch Nails em duas músicas: climas sombrios e soturnos seguidos por um ataque furioso de guitarras e sintetizadores densos)
  6. Roly Poly - The Little Willies - The Little Willies (a faixa de abertura do projeto paralelo de Norah Jones é um ótimo cartão de visitas para as homenagens rasgadas aos clássicos do country, americana e bluegrass do disco. Destaque para os ótimos solos de Richard Julian nesta música)
  7. Baltimore - Stephen Makmus & Jicks - Real Emotional Trash (Psicodelia sessentista encontra com progressivo e indie rock. Indigesto? Ouça Baltimore e se surpreenda com esta mistura)
  8. As Strong as Samson - Procol Harum - Exotic Birds and Fruit (uma belíssima balada desta subestimada banda de rock progressivo inglesa)
  9. Stop, Drop and Roll - The Foxboro Hot Tubs - Stop, Drop and Roll!!! (a banda chega chutando tudo e todos com um riff matador, vocais rasgados e uma seção rítmica arrasadora. A faixa ideal para começar uma festa)
  10. Go Away - Elvis Costello & The Impressions - Momofuku (Perversamente Costello coloca esta música no final de seu disco para que “nos obrigue” a ouvir tudo de novo.)

Download da lista: http://www.mediafire.com/?zbw0jzzmxmy

Agora entendi de onde Inri Cristo tirou a idéia de fazer uma versão de Umbrella. Para vocês, um grande sucesso dos terreiros de umbanda.

Em alto e bom som

Bem, pessoal, vocês também verão críticas minhas no site do Programa Alto-Falante. Minha estréia no site coincidiu com outra: a crítica do primeiro (será?!) disco do Foxboro Hot Tubs.

Leiam aqui.

Inrumbrella?

Bem, reza a lenda que você se converte ao final do clipe. Eu não tentei…

Postagens Antigas »